‘Só um happy hour’: o perigo silencioso do álcool

Chegou a tão sonhada sexta-feira e o happy hour com os amigos do trabalho. Desce uma, duas, três, dez e logo você está embriagado. Mais dias começam a se repetir da mesma forma, a fim de ‘esquecer-se dos problemas’ ou ‘sentir-se livre das obrigações do mundo’.

Eis que começam os primeiros sinais de possíveis problemas com o álcool e sua influência na saúde mental.

Quando falamos isso, não estamos condenando um happy hour com os amigos – o que é extremamente saudável para a sua vida social – mas o exagero e a motivação que o leva a entorpecer-se.

O álcool é socialmente aceito, mas não deixa de ser uma droga que pode trazer riscos a quem o consome indiscriminadamente. Por isso é importante estar atento aos seus hábitos em relação ao seu consumo.

A maioria dos estudos não vê na depressão profunda um motivador para o consumo de álcool, mas o contrário: o consumo excessivo de álcool pode levar a uma depressão profunda.

Isso porque o álcool ‘anestesia os pensamentos’ e muitas vezes a pessoa o utiliza como uma fuga da sua realidade para não ter de lidar com os problemas reais – o que pode ser tratado com uma terapia com um profissional de saúde mental.

 

Por que o álcool é tão perigoso para a saúde mental?

O perigo do álcool após um happy hour

O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso central, o que lhe confere aquele efeito anestésico que deixa as pessoas ‘leves’. Ele também atua diminuindo o senso crítico e a inibição. Em quantidades maiores, tende a desidratar o corpo e prejudica fortemente o sono.

Durante um happy hour, por exemplo, quando você menos percebe, já tomou várias doses de álcool e nem percebe o mal que o mesmo está fazendo ao seu organismo devido às brincadeiras e conversas com os amigos que nos distraem de tais males.

Apesar de depois daquela bebedeira a sonolência vir, não se engane que você irá dormir por várias horas e acordará novo em folha. Já reparou que no dia seguinte você acorda extremamente cansado? Pois é, o álcool prejudica em até 40% a qualidade do seu sono.

Ou seja, apesar de você dormir por muito tempo, o seu sono é leve e seu corpo não está descansando, mas trabalhando para eliminar a substância tóxica do seu corpo.

Eis aí um outro fator de risco para a depressão: o sono de má qualidade. O sono é um dos pilares fundamentais para o trabalho de todo o organismo, inclusive da saúde mental.

Quando ele está prejudicado, tanto em quantidade quanto em qualidade, as probabilidades do desenvolvimento de uma depressão podem ficar muito maiores.

É justamente por isso que a insônia pode levar à depressão e não somente o contrário como se acreditava.

 

Depressão e alcoolismo são doenças diferentes

Apesar de muitas vezes o alcoolismo ser retratado como uma faceta da depressão, de acordo com o Dr. Hames Palhares*, o diagnóstico da depressão em pacientes alcoólatras pode ser complicado.

Inclusive, apenas 6% dos casos em que pacientes alcoólatras ficaram em abstinência do álcool constatou-se a permanência de sintomas semelhantes ao da depressão.

Isso significa que, a dependência do álcool pode gerar sintomas que podem ser confundidos com uma depressão, por isso, a análise do profissional deve ser criteriosa e o tratamento do alcoolismo vir primeiro.

Além disso, a presença do álcool é constante entre os suicidas, o que mostra uma relação delicada entre transtornos mentais e o abuso de substâncias como o álcool.

 

Moderação e atenção são as chaves para uma melhor saúde mental

Da próxima vez que for pedir o próximo copo, tente fazer um exercício consigo mesmo: por que estou pedindo outra dose? Com o que não quero entrar em contato agora? Qual foi a última vez que bebi e quanto eu bebi?

Exercícios mentais assim vão ajudar você a se dar conta da quantidade de álcool que você ingere e se isso é um fator de alerta.

Portanto, se você notar que anda abusando do álcool para fugir dos seus problemas, talvez seja a hora de enfrentá-los e não deixar que um vício piore a situação da sua saúde mental.

Se você conhece alguém que costuma beber com frequência, dê a ele um toque de que um processo terapêutico pode ser fundamental para enxergar um mundo mais sóbrio e menos turvo.

* Dr. Hames Palhares é Psiquiatra e Membro da ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria

Fonte: Instituto de Psiquiatria Paulista

 

2020 – Um ano para se pensar

Final de ano é tempo de festa e celebração, mas também de reflexão, de análise e de recomeços. Para trás fica um ano que agora acaba e dele devemos guardar os momentos marcantes que vivemos.

É tempo de pensar, de refletir sobre o ano que passou, sobre nossas conquistas, tudo o que vivemos e também pensar sobre o novo ano que virá.

2020 foi uma verdadeira escola, um tempo em que nos fez pensar e repensar a nossa própria vida, nossa história, nosso trajeto, nossas escolhas.

Um tempo difícil que nos fez aprender, ainda que na marra, que a vida tem sentido quando não pensamos só em nós mesmos, mas elevamos nosso pensamento, carinho e atenção para o próximo, não importa quem este seja.

O coronavírus levou muita gente querida para longe de nós, afastou famílias, isolou pessoas, cancelou compromissos inadiáveis e encobriu sorrisos.

Que ano cruel! Quantas perdas, quanto vazio e quanta angústia. Desde o início, colocou em nossos corações uma dúvida: Como viver bem sem poder visitar, abraçar e confortar aqueles que amamos?

Uma coisa é certa: tivemos de desacelerar, em todos os sentidos. Aprendemos muitas coisas com a pandemia do novo coronavírus, mas talvez a principal dela foi descobrir que sozinhos não somos nada, nem ninguém.

Ao desacelerar, tivemos tempo para prestar mais atenção e a ter um olhar mais generoso em relação ao outro e a nós mesmos.

Parecia ser um ano sem fim, tivemos de nos ausentar e, dentro de nossas casas, tivemos de nos reinventar. Tivemos de encontrar novas formas de mostrar nossos sentimentos, sem o toque, que é tão habitual em nossas rotinas.

E tivemos de reduzir e repensar o nosso ritmo e modo de consumo. Com as pessoas em suas casas, os índices de poluição ao redor do mundo diminuíram.

O planeta Terra agradeceu. Especialistas apontam essa mudança como temporária e, claro, relacionada ao confinamento, mas será que isso não pode nos ajudar e encontrar soluções para as questões climáticas, sem termos de ser obrigados a ficar enclausurados?

Será que essa crise não veio também para nos alertar e mostrar que somos capazes, empresas, governos e cidadãos, de implementar um novo ritmo de vida que seja positivo e gere melhor impacto?

Não é um momento para fazer promessas, mas um momento oportuno para renovar o nosso interior e dar a devida atenção para aquilo que antes passava despercebido diante dos nossos olhos.

Este tempo complexo traz para nós uma pergunta fundamental: será que realmente estávamos vivendo bem?

Na correria do dia a dia, vivíamos tudo como se fosse uma enorme disputa, ganhava quem ajuntava mais coisas, quem saia na frente, quem conseguia alimentar profundamente o seu ego, quem olhava somente para si, buscando se autossustentar nos seus anseios e desejos pessoais.

2020 veio para nos chacoalhar, para reafirmar para nós mesmos que a beleza está na simplicidade do cotidiano, no canto de um pássaro, na flor que desabrocha esperando ser contemplada, na mesa comum de uma família, num abraço demorado levando para bem longe a saudade, numa oração que nos leva intimamente a nos conectarmos com Deus...

Quantas coisas podemos aprender com este ano, quantas realidades podem ser transformadas mediante a nossa conversão!

Este ano é um terreno fértil onde nós podemos plantar a fé e colher a esperança, por isso, é preciso traçar um olhar mais “positivo” sobre o mesmo, um olhar que possa contemplar a verdade, o amor, o compromisso e tudo aquilo que nos faça pessoas melhores, mais generosas, mais solidárias, mais fraternas, pessoas que vivam a humanidade de forma profunda e apaixonada.

A vida, as situações, e os obstáculos exigem muito de nós, somos a todo instante interpelados a dar uma resposta significativa.

Certamente esse é o momento exato em que podemos dar uma resposta profunda para este tempo, resposta essa que não deve ser pelo ato da palavra, mas sim pelo ato do testemunho, por isso é tempo de testemunharmos que podemos efetivar um novo jeito de viver, de nos colocarmos diante da realidade, de vivermos permeados pelos melhores sentimentos que habitam em nosso coração.

E quando 2020, terminar? O que faremos?

Faremos o possível para que as lições aprendidas nesse ano possam penetrar a nossa razão e a nossa alma, fazendo com que possamos viver de maneira mais assertiva aquilo que realmente vale a pena.

Em 2021, o Freemind e a ISSUP Brasil esperam poder retomar suas atividades presenciais, oferecer treinamentos, realizar o Congresso Freemind e reunir especialistas para continuar o debate e implementar ações para prevenir o uso problemático de substâncias.

Por enquanto, vamos dar uma pequena pausa para recarregar nossas energias e voltamos em janeiro com força total.

Mas para que você mate um pouco a saudade, preparamos uma nova edição da Revista Freemind que está disponível de forma digital em nosso site ou através do link abaixo:

https://view.joomag.com/revista-freemind-edicao-4-circulacao-2020/0736071001607692957?short&

Esperamos que vocês apreciem a leitura. Até 2021! Muito obrigadao por sua companhia em todos esses anos e, principalmente, em 2020.

2020 - Um ano para se pensar e aprender

Programa de Capacitação de Conselheiros Tutelares

O Freemind e a ISSUP Brasil têm o prazer de divulgar o Programa de Capacitação de Conselheiros Tutelares, idealizado e realizado pelo Instituto Fabris Ferreira e pelo dr. Luiz Antônio Miguel Ferreira, parceiros do Freemind.

O Instituto Fabris Ferreira é um escritório de advocacia com alto grau de especialização nas áreas da Infância e Juventude, Pessoas com Deficiência, Educação e Cível, reconhecido por instituições de alcance nacional e internacional.

O Instituto foi criado visando suprir uma lacuna no mercado e também atender aos comandos constitucionais e legais, tendo como foco a capacitação, formação e treinamento de profissionais, além de oferecer palestras nas áreas de políticas públicas, com especial atenção à infância e juventude, pessoas com deficiência e educação.

Oferece, assim, como um de seus principais serviços, treinamentos e capacitações especializados para a formação inicial e continuada aos Conselheiros Titulares de vários municípios de todo o Brasil.

Ciente dos problemas que os Conselheiros Tutelares enfrentam, a capacitação é desenvolvida em dois momentos. O primeiro envolve uma parte teórica, com o detalhamento do Estatuto da Criança e do Adolescente.

O segundo é eminentemente prático, voltado para as questões que ocorrem no cotidiano de sua atuação.

A capacitação pode ocorrer à distância (on-line) ou presencialmente, podendo envolver somente os conselheiros titulares como também toda a rede de atenção à criança e ao adolescente do município.

O responsável pela capacitação é o Dr. Luiz Antônio Miguel Ferreira, Promotor de Justiça do Estado de São Paulo aposentado, Advogado e Consultor. Dr. Luiz Antônio é especialista em Direitos Difusos e Coletivos pela Escola Superior do Ministério Público, Mestre em Educação pela Universidade Estadual Paulista – UNESP/FCT, autor de livros e artigos nas áreas da infância e juventude, pessoas com deficiência e educação.

 

Conteúdo da Capacitação

  • ECA – concepção, estrutura e princípios fundamentais
  • Direitos fundamentais: saúde, respeito, liberdade e dignidade, convivência familiar, educação e profissionalização
  • Prevenção
  • Política de atendimento
  • Conselho municipal dos direitos da criança e do adolescente
  • Conselho tutelar: natureza, atribuições e trabalho em rede
  • Eixos de atuação: ato infracional, convivência familiar, violência sexual, educação, trabalho infantil
  • Medidas de proteção e socioeducativas
  • Ministério Público
  • Sistema de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente
  • Questionamentos práticos da atuação do CT

 

Ficou interessado? Entre em contato:

Luiz Antônio Miguel Ferreira

F: (18) 3217-3487 / (18) 99772-4744

luiz [dot] ferreira [dot] mp [at] gmail [dot] com

luizantonio [at] miguelferreira [dot] com [dot] br

www.miguelferreira.com.br

 

Programa de Capacitação de Conselheiros Tutelares  

Sobre o Instituto Fabris Ferreira

Responsável pela Capacitação

Sobre a capacitação

Conteúdo da Capacitação

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10 passos para a liberdade – Dr. Augusto Cury – Programa Freemind

“Uma pessoa madura não dá as costas para seu conflito, seja qual for, mas, aprende a transformar o caos em oportunidade criativa, bem como aprende a escrever os melhores textos da sua vida, ainda que com lágrimas, nos dias mais dramáticos da sua história.”
Cury (2012)

Para quem se destina este programa?

• Todas as pessoas que estejam dispostas em aprender a lidar com suas emoções
• Pessoas que queiram ser multiplicadoras deste programa.
• Qualquer pessoa que almeje o seu autodesenvolvimento.
• Profissionais da Assistência Social, Cultura, Educação, Esporte, Saúde e outras áreas.
• Pais

O Programa Freemind

Atua na prevenção e tratamento;
Não é um programa de psiquiatria clínica, psicoterapia ou psicologia clínica;
Complementa a intervenção da psicologia educacional/social, de desenvolvimento de recursos humanos e de filosofia aplicada;
Está alicerçado em 10 Regras de Ouro

O  Programa Freemind pode ser desenvolvido:

Na prevenção de transtornos psicossociais como a depressão, ansiedade, fobias, os decorrentes do uso abusivo de drogas, entre outros.
Em escolas, presídios, instituições de menores, grupos de autoajuda, igrejas, ONGs.
Apesar deste programa propor a sua aplicação em algumas semanas, as Regras devem ser assimiladas, incorporadas e trabalhadas ao longo
de toda a vida do participante.

Você sabia que…

• Gerenciar pensamentos é uma das Regras de Ouro fundamental do programa FREEMIND.
• Se você abrir mão de escrever a sua própria história, provavelmente seus erros, conflitos, culpas, medos, rejeições, privações, traumas da infância, dependência química a escreverão.
• Se desejar fazer parte deste programa, você precisa:
– Estudá-lo;
– Treinar sua mente;
– Educar seu Eu;
– Procurar conhecer a pessoa mais complexa e fundamental nesse processo:
VOCÊ MESMO!!!

1ª Regra de Ouro – O EU COMO AUTOR DA PRÓPRIA HISTÓRIA

• Reconhecer que cada ser humano é único;
• Gerir pensamentos;
• Proteger as emoções;
• Construir metas claras. Lutar por elas!
• Fazer escolhas;
• Ser transparente;
• Reconhecer os seus conflitos e fragilidades;
• Não desistir da vida, mesmo quando o mundo desaba sobre você;
• Liderar a si mesmo.

2ª Regra de Ouro – GERENCIAR OS PENSAMENTOS

• Capacitar o EU para ser o ator principal da nossa mente;
• Ser livre para pensar;
• Administrar a construção dos pensamentos que bloqueiam a inteligência criativa;
• Dominar os pensamentos que causam transtornos psíquicos;
• Deixar de ser expectador passivo das ideias negativas;
• Ter uma mente relaxada, tranquila, lúcida e ponderada.

3ª Regra de Ouro – PROTEGER E ADMINISTRAR A EMOÇÃO

• Submeter a emoção ao gerenciamento do EU;
• Superar o cárcere da emoção;
• Filtrar estímulos estressantes;
• Gerenciar os focos de ansiedade, medo, angústia…
• Desenvolver a solidariedade, o altruísmo, a tolerância, a empatia …
• Ser jovem no território da emoção.

4ª Regra de Ouro – TRABALHAR OS PAPÉIS DA MEMÓRIA: REEDITAR O FILME DO INCONSCIENTE

• Entender a complexa atuação do fenômeno RAM;
• Compreender a formação das Janelas da Memória;
• Compreender a formação dos traumas e das zonas de conflito na memória;
• Proteger a memória e filtrar os estímulos estressantes;
• Cuidar da memória como um jardim de Janelas Light;
• Se conscientizar os registros na memória são automáticos e involuntários.

5ª Regra de Ouro – A ARTE DE OUVIR E DIALOGAR PARA EXERCER A LIDERANÇA E GESTÃO DE PESSOAS

• Desenvolver a capacidade de se colocar no lugar do outro. Seja empático!!!;
• Falar de si mesmo;
• Ser transparente;
• Ser autor da própria história; Aprender a liderar a si mesmo primeiro antes de liderar os outros;
• Empreender. Ser “fora da curva”;
• Estabelecer um diálogo interpessoal.

6ª Regra de Ouro – A ARTE DO AUTODIÁLOGO OU MESA REDONDA DO EU

• Realizar uma reunião com a própria história;
• Dialogar com os nossos fantasmas, medos e dependências;
• Identificar nossos traumas, conflitos e dificuldades;
• Rever metas de vida;
• Decidir, questionar e dirigir a própria história;
• Ter um caso de amor com nossa história;
• Resgatar nossa verdadeira identidade.

7ª Regra de Ouro – CONTEMPLAR O BELO

• Educar a emoção para fazer das pequenas coisas um espetáculo aos olhos;
• Fazer de cada momento uma vivência mágica;
• Educar a sensibilidade;
• Desvendar as coisas lindas, singelas e ocultas que nos rodeia;
• Aprender a ser rico sem ter grande soma de dinheiro;
• Viver suavemente;
• Ter um romance com a vida;

8ª Regra de Ouro – LIBERTAR A CRIATIVIDADE: SER UM PENSADOR

• Autoconhecer-se;
• Entender que quem vence sem riscos, sobe no pódio sem glórias;
• Romper o cárcere da rotina;
• Abrir as janelas da inteligência para explorar o desconhecido;
• Libertar a imaginação, construir novas ideias;
• Surpreender a si mesmo, encantar-se com a vida;
• Surpreender as pessoas que o rodeiam.

9ª Regra de Ouro – DISCIPLINA E SONHOS – GARRA E PROJETOS DE VIDA

• Aprender a fazer escolhas;
• Lidar com perdas e frustrações. Saber que não há céus sem tempestades;
• Desenvolver uma rotina saudável;
• Não levar os inimigos para a cama;
• Saber que sonhos não são desejos;
• Planejar o futuro. Pensar a médio e longo prazos;
• Superar a necessidade neurótica do mecanismo de recompensa imediato.

10ª Regra de Ouro – RESILIÊNCIA E INTELIGÊNCIA EXISTENCIAL

• Suportar com dignidade os “acidentes da vida”;
• Ter plena consciência que a vida é complexa;
• Ser flexibilidade diante das adversidades;
• Não culpar os outros. Usar perdas e frustrações para expandir a maturidade;
• Transformar o caos em oportunidade criativa e crescer diante da dor;
• Não reagir em função do fenômeno bateu/levou;
• Investigar respostas às perguntas: Quem somos? Por que vale a pena existir?
• Procurar pensar como espécie no planeta. Não como grupos segregando outros;
• Ter consciência de que a vida é bela e breve

Você conhece a técnica DCD?

DCD – Duvidar, Criticar e Determinar
Excelente técnica para gerenciar os pensamentos: Auxilia na formação da estrutura do EU e fortalece a sua liderança.
A Arte de Duvidar é o princípio da sabedoria na filosofia. Duvidar de tudo que o controla. Derrubar crenças;
O Criticar é um princípio na psicologia. Criticar todo o pensamento perturbador. Questionar para trazer a realidade cada situação;
O Determinar é utilizado na área de recursos humanos. Determinar estratégias para atingir os resultados, as metas.

PARA FINALIZAR…

Agora diga se você quer assumir um compromisso sério com a sua vida? Se sim, então…

  1. Realize um romance com a humanidade – todos os fenômenos aqui estudados estão presentes em cada ser humano, assim somos mais parecidos do
    que imaginamos;
  2. Realize um romance com a própria vida – Nada é tão fantástico como a vida, mas nada é tão efêmero e fugaz quanto ela.
  3. Pergunte-se: Que história estou escrevendo? Qual eu quero contar?

 

Texto extraído do livro Mente Livre e Emoção Saudável, de autoria do Dr. Augusto Cury e publicado em 03/12/2020 na Revista Dependência Química

LISTEN FIRST – Ouvir é o primeiro passo para a prevenção

Visão global

'Listen First’ (Ouça primeiro) é uma iniciativa para aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas que se baseia na ciência e é, portanto, um investimento eficaz no bem-estar de crianças e jovens, suas famílias e suas comunidades. Ouvir as crianças e os jovens é o primeiro passo para ajudá-los a crescer com saúde e segurança.

Listen First foi lançado em 2016 durante a Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas (UNGASS) sobre o Problema Mundial das Drogas. Tudo começou como uma campanha de prevenção de drogas com base científica para aumentar a conscientização sobre como ouvir as crianças e os jovens como o primeiro passo para ajudá-los a crescer saudáveis ​​e seguros. A campanha visa pais, professores, formuladores de políticas, profissionais de saúde e agentes de prevenção em particular, bem como o público em geral.

A campanha global - usando a hashtag #ListenFirst - visa aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas com base científica. Para ilustrar esta questão importante para um público diversificado, foram desenvolvidos anúncios de serviço público, vídeos e fichas técnicas para uso por profissionais de saúde, pais, professores, agentes de prevenção e formuladores de políticas.

A prevenção do abuso de substâncias é uma meta importante da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, especificamente do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 sobre Saúde. 'Ouça primeiro', visa aumentar a consciência de que a prevenção do uso de drogas com base na ciência é um investimento eficaz em um futuro saudável.

Durante a pandemia global em 2020, o UNODC concentrou os materiais do Listen First para aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas que se baseia na ciência e é, portanto, um investimento eficaz no bem-estar de crianças e jovens, suas famílias e suas comunidades, especificamente durante tempos de isolamento e distanciamento físico.

As principais mensagens da campanha são:

• O núcleo da prevenção com base científica é ouvir.

• Ouvir as crianças e os jovens é o primeiro passo para ajudá-los a se manterem saudáveis ​​e seguros.

• A ciência baseada em evidências para prevenir o uso de drogas em crianças e jovens é um investimento eficaz na saúde global e no bem-estar das comunidades.

Os materiais estão atualmente disponíveis em inglês, francês e espanhol e serão lançados em outras línguas oficiais em um estágio posterior.

 

Linha do tempo de disseminação multifásica

Cada um dos 10 conjuntos de materiais compreende um vídeo e um folheto informativo, ilustrando um aspecto diferente da criação de filhos e da ciência por trás disso. Os conjuntos serão lançados de acordo com o seguinte cronograma.

 

10 de novembro de 2020             Lançamento: Ciência do Afeto e Ciência das Atividades                                                                                Familiares

20 de novembro de 2020             Lançamento vinculado ao Dia Mundial da Criança: Ciência da                                                                    Escuta Ativa e Ciência do Brincar

10 de dezembro de 2020             Lançamento vinculado ao Dia dos Direitos Humanos: Ciência da                                                               Paciência

15 de janeiro de 2021                    Lançamento: Ciência do Louvor e Ciência da Atividade Física

11 de fevereiro de 2021               Lançamento vinculado a Mulheres e Meninas na Ciência:                                                                            Ciência da Informação

20 de fevereiro de 2021               Lançamento vinculado ao Dia Mundial da Justiça Social: Ciência                                                               das Rotinas

08 de março de 2021                     Lançamento vinculado ao Dia Internacional da Mulher: Ciência                                                                 para Ficar Ocupado

 

Atividades de divulgação

O lançamento em 10 de novembro foi marcado por uma história na web no site principal do UNODC (www.unodc.org) e postagens no Twitter e no Facebook, todos com links para os conjuntos de materiais relevantes (vídeo e ficha técnica) no site da a campanha (www.unodc.org/listenfirst).

Conforme cronograma acima, no dia 10 de novembro foram apresentados dois conjuntos de materiais: a Ciência do Afeto e a Ciência das Atividades Familiares. O lançamento está sendo seguido por postagens diárias destacando ainda mais a importância dos conjuntos. Isso será repetido em cada uma das datas acima: postagens iniciais seguidas por postagens diárias por uma semana no(s) conjunto(s) relevante(s). Mensagens de amostra são anexadas como ANEXO A.

O UNODC está alcançando uma grande variedade de parceiros com antecedência, incluindo Estados-Membros, outras organizações internacionais e regionais, jovens conectados globalmente por meio da Iniciativa Juvenil, cientistas e instituições de pesquisa, organizações da sociedade civil, etc.

Os parceiros são incentivados a encontrar a campanha nas redes sociais e encaminhar as postagens de suas contas e/ou usar os exemplos de mensagens para postar de forma independente e/ou em seu próprio idioma.

 

ANEXO A: Mensagens para mídia social

 

A CIÊNCIA DA AFEIÇÃO

Listen First - Pais e famílias podem ser poderosos fatores de proteção na vida de crianças e jovens.

#Pais e #famílias podem ser poderosos fatores de proteção na vida de #crianças e #jovens.

@UNODC_PTRS está lançando Listen First – A ciência da Afeição para apoiar pais, famílias e cuidadores em todo o mundo com Ethan Films e o apoio da França.

Você sabia que a ciência prova que ser afetuoso, amoroso e responsivo são algumas das ações mais importantes que os pais podem realizar para ajudar no desenvolvimento de seus filhos? #itsscientific #scienceofcare

#Listen First / #ScienceofCare é uma iniciativa @UNODC para apoiar a prevenção do uso de drogas com base na ciência em todo o mundo.

Assista ao vídeo sobre ‘Afeto” aqui: https://youtu.be/EvcRwZF-TsA

Para obter mais informações, visite nosso site #ListenFirst: https://www.unodc.org/listenfirst

#freemind #issupbrasil #familias #pais #listenfirst #ouçaprimeiro #cienciadaafeicao #tsscientifica #scienceofcare #unodc #ethanfilms                                                                                                                                                                                                                                                                        

 

Pontos de discussão:

• O afeto pode ajudar as crianças a se tornarem mais inteligentes, saudáveis, felizes e resilientes.

• O toque humano é essencial para o desenvolvimento do cérebro e crescimento físico.

• Afeto físico, como abraços e sorrisos, libera ocitocina, também conhecida como hormônio do amor.

• A oxitocina pode estimular o crescimento, fortalecer o sistema imunológico e até mesmo ajudar as feridas a cicatrizarem mais rapidamente.

• A ocitocina / afeto físico pode reduzir o estresse, aliviar a ansiedade e até mesmo diminuir a pressão arterial.

• O afeto faz as crianças se sentirem amadas, aumenta a resiliência e as torna mais fortes.

• O afeto gera confiança e ajuda os pais a se relacionarem com os filhos.

• Quanto mais carinho uma criança recebe, mais cresce sua confiança e desejo de explorar o mundo.

 

A CIÊNCIA DAS ATIVIDADES FAMILIARES

Listen First - As crianças que passam mais tempo ativas com os pais têm menos probabilidade de se envolver em comportamentos de risco e uso de substâncias.

Você sabia que as crianças que passam mais tempo de qualidade com suas famílias têm menos probabilidade de se envolver em abuso de substâncias e outros comportamentos de risco?

Assista ao vídeo sobre “Atividades Familiares” aqui: https://youtu.be/54DBqCkE38s

Para obter mais informações, visite o site #ListenFirst: https://www.unodc.org/listenfirst

 #Listen First / The Science of Care é uma iniciativa UNODC para apoiar a prevenção do uso de drogas com base na ciências em todo o mundo.

Pontos de discussão:

• As atividades familiares estimulam o desenvolvimento neuronal de bebês e crianças. Cada nova experiência indica uma mudança positiva na estrutura do cérebro das crianças, função ou ambos.

• O tempo de qualidade para a família promove uma comunicação aberta. As crianças que passam mais tempo ativas com os pais têm menos probabilidade de se envolver em comportamentos de risco e uso de substâncias.

• Os estudos sociais mostram que as crianças que realizam as tarefas domésticas tornam-se parceiros mais felizes, saudáveis ​​e generosos e adultos bem ajustados.

• As crianças aprendem tocando, saboreando, sentindo, cheirando e ouvindo. Cozinhar juntos é uma atividade criativa e gratificante que promove a autonomia.

• Estudos relacionam jantares em família a maior resiliência e autoestima em crianças, maior desempenho acadêmico, melhor saúde mental e física e até mesmo risco reduzido de abuso de substâncias e transtornos alimentares.

 

Capítulos Nacionais na América Latina – Edição 3

Acompanhe as atividades dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina:

 

Capítulo Nacional da Argentina

ISSUP Argentina

Reunião de Equipe - ISSUP Argentina

O Capítulo Nacional da Argentina realizou sua reunião de equipe. Apesar da pandemia de COVID-19 que obrigou à busca de alternativas de trabalho, a equipe continuou trabalhando e se reunindo periodicamente para gerar conteúdos de utilidade coletiva, como a pesquisa a ser publicada em breve sobre o “Impacto da pandemia nos centros de tratamento da América Latina”.

A ISSUP Argentina também gerou alianças com diferentes instituições como a Sociedade Argentina de Pediatria, a Associação Argentina de Justiça Terapêutica, a Federação de Organizações Não Governamentais da Argentina para a Prevenção e Tratamento do Abuso de Drogas (FONGA) e outras Organizações Governamentais e Acadêmicas e reconhece que uma parte importante do seu trabalho são as atividades conjuntas e a cooperação estratégica com os outros capítulos da Região.

Também foi formado um fórum de equipes técnicas que atuam em instituições penitenciárias, com o objetivo de disseminar boas práticas e trocar experiências e conhecimentos, fórum este do qual participam mais de 50 técnicos, que se reúnem mensalmente.

Por fim, o Capítulo Nacional da Argentina está finalizando o primeiro “Diploma em abordagem integral ao uso problemático de drogas”, com 49 inscritos de 9 países da América Latina, e com a contribuição de renomados professores da América e da Europa, além de estar, aos poucos, retomando algumas atividades presenciais com todos os cuidados para garantir o melhor atendimento de saúde para todos.

 

Capítulo Nacional do Chile

ISSUP Chile

 

 

 

 

 

 

No último dia 01 de dezembro de 2020, o Capítulo Nacional do Chile realizou o Webinar “Políticas preventivas no ensino superior: criando contextos preventivos”, onde apresentou os resultados do último estudo sobre o uso de substâncias em estudantes do ensino superior no Chile.

Este estudo sobre o consumo de substâncias em estudantes do ensino superior no Chile mostrou que 68% consumiram álcool no último mês e, destes, 68,1% referem-se a algum evento de embriaguez no último mês. Além disso, a prevalência da maconha no último mês é de 33%. Embora esses números sejam preocupantes, as perspectivas na América Latina não são muito diferentes, tornando-se uma questão urgente a ser tratada.

As instituições de ensino superior constituem um contexto privilegiado para a prevenção do uso de substâncias em jovens e, nesse sentido, as políticas institucionais podem atuar de forma eficaz incorporando estratégias baseadas em evidências.

O seminário foi apresentado por Lorena Contreras Escudero, psicóloga da Pontificia Universidad Católica de Chile e presidente da ISSUP Chile e está disponível para ser assistido na íntegra em: https://www.issup.net/es/events/calendar/2020-12/seminario-web-politicas-preventivas-en-la-educacion-superior-creando

 

Capítulo Nacional do Equador

ISSUP Equador

A ISSUP Equador, junto com a CICAD / OEA, está realizando o Treinamento Piloto dos “Fundamentos do CORE para o Curso de Prevenção da Versão Online do Currículo de Prevenção Universal” com a participação de diferentes atores da prevenção de drogas no Equador, onde estão profissionais do setor público, universidades, ONGs e profissionais que atuam de forma autônoma na prevenção.

 

Capítulo Nacional do Brasil

ISSUP Brasil

No último sábado, 05 de dezembro de 2020, a Mobilização Freemind, a ISSUP Brasil e o Instituto Utrip realizaram o Webinar que concluiria as atividades previstas do Workshop Online de Prevenção ao Uso de Drogas nas Escolas.

O webinar foi um momento de interação entre participantes e treinadores, esclarecimentos de dúvidas e para conhecer um pouco algumas das intervenções mais eficazes e populares do portfólio da UTRIP.

A princípio aberto apenas para os participantes que haviam sido aprovados em todas as aulas, acabou sendo aberto para todos os participantes e convidados, de forma a compartilhar com o maior número de pessoas as experiências exitosas.

O webinar estará disponível em breve para ser acessado na íntegra.

Conheçam alguns depoimentos de concluintes do curso:


“El curso me brindo herramientas para continuar aprendiendo,repensando estrategias y repreguntarme acerca de las practicas y proyectos eficaces.” (Graciela Citro)


“Durante estes meses, pude refletir muito sobre o tema proposto. A visão ingênua abriu espaço para a visão crítica de forma a pensar meios eficazes para lidar com a problemática na comunidade onde atuo. Agradeço a oportunidade única!” (Warlen Fernandes Soares)


“Gostei muito do formato do curso apresentado no intuito de nos prepararmos para a webinar e para o curso presencial no próximo ano. Foi uma alternativa bastante interessante para superarmos esse período de pandemia”. (Cristina Corso Ruaro)


“Hola, me gusto mucho el curso. No creo que en Argentina estén acostumbrados a este tipo de prevención seria y a largo plazo. Ya que es un país que le da más importancia a la asistencia que a la prevención. Me voy mas enriquecido y con ganas de implementar todo lo aprendido. Muchas gracias!” (Ignacio Javier Massau Chorne)


“Excelente curso, muito completo no quesito prevenção a vcrianças e jovens. Seria de grande valia no projeto que inicie em uma ONG que trabalha com crianças. Material muito rico em informações e práticos. Agradeço imensamente a oportunidade.” (Edson Silveira Gomes)


“Foi um curso muito bem ministrado e que fornece muita segurança e opções de materiais para os alunos. Sinto-me bem mais confiante para realizar um projeto de prevenção. Achei as atividades exigentes, mas ajudaram muito na absorção do aprendizado. Para mim foi mais fácil entender o conteúdo quando este vinha acompanhado de algum exemplo.” (Edel Rosane Ristow)


“Excelente, sei que minha cabeça está fervilhando de ideias para melhorar a qualidade e abrangência do meu trabalho de prevenção , que realizo há muitos anos em nossa região. Parabéns Freemind, Parabéns ISSUP.” (Valtair José de Almeida)

Acompanhe as atividades dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina - Edição 3

Capítulos Nacionais na América Latina – Edição 2

Acompanhe as atividades dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

Capítulo Nacional da Argentina

A Argentina é um dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

Webinar focado em Estratégias de Prevenção e Tratamento no uso de substâncias Psicoativas.

Data: 04/12/2020

Horário: 12h00 às 13h00 (horário de Brasília)

Inscreva-se em: https://register.gotowebinar.com/register/3706665214516932621

 

Apresentador:

Dr. Angel Álvarez

Doutor em Ciência Política pela University of Notre Dame (Estados Unidos)

Ele era um professor da UCV

Consultor de Políticas Públicas e Diretor do Centro de Ação Urgente para Democracia e Desenvolvimento em Toronto, Canadá

 

Comentários:

 

Dr. Luis Alfonzo Bello

Psiquiatra e especialista em dependências e saúde pública

Assessor Regional para o Abuso de Substâncias da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

 

Dr. Roberto Canay

Mestre em Saúde Mental Comunitária e doutor em psicologia.

Co-diretor do capítulo da ISSUP Argentina

Diretor do Instituto de Pesquisa e Formação "Forum Vitae" da Obra Social Ferroviaria

 

A relevância das estratégias ou políticas locais no campo da redução da demanda de drogas aparece atualmente em diferentes documentos de Organizações Internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. (UNODC) ou a Comissão Interamericana para o Controle do Abuso de Drogas (CICAD) da OEA. Ao mesmo tempo, os municípios e estados, principalmente devido ao processo de descentralização das políticas públicas, veem-se na necessidade de dar algum tipo de resposta sobre o problema.

Embora o uso de substâncias psicoativas seja um fenômeno mundial, assume características próprias em cada território local. Deste modo, a microgestão governamental adquire relevância por ser o primeiro ponto de contato com os cidadãos e, a partir daí poder integrar estratégias com os níveis provincial e nacional.

 

Capítulo Nacional do Chile

O Chile é um dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

Acordo de Cooperação com o Instituto Chileno de Terapia de Família

O capítulo nacional da ISSUP no Chile tem o orgulho de celebrar uma aliança com o Instituto Chileno de Terapia Familiar, um dos principais centros de formação especializada com mais de 30 anos de história, em terapia familiar e de casal para profissionais em nosso país.

Este centro procura desenvolver e divulgar um modelo de compreensão e intervenção relacional contextual a partir do olhar para famílias, casais, pessoas e instituições, valorizando o ambiente específico em que as pessoas se desenvolvem e as relações que se geram entre elas.

A Unidade de Uso Problemático de Drogas dedica-se ao estudo conceitual e clínico do tema da família e dos comportamentos aditivos numa perspectiva relacional-sistemática.

Além disso, os integrantes da unidade têm realizado treinamentos para diferentes equipes dos setores público e privado que se dedicam a trabalhar essas questões. Atualmente, a equipe está trabalhando no desenvolvimento de estratégias de prevenção em diferentes áreas.

Temos certeza de que esta aliança abrirá novas oportunidades para profissionais e técnicos do país.

 

Capítulo Nacional do Equador

O Equador é um dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

Nos dias 9 e 10 de dezembro, a ISSUP Equador e a Fundación Instituto Prevén, em conjunto com o Consórcio de Governos Provinciais, realizarão um Encontro Nacional dos responsáveis ​​pelas áreas sociais dos referidos governos, a fim de assessorá-los no planejamento, execução e avaliação dos programas de prevenção de drogas em nível local.

O trabalho conjunto da Fundación Instituto Prevén e ISSUP Global por meio do Capítulo do Equador visa fortalecer as capacidades, o conhecimento e a pesquisa de profissionais e instituições que trabalham na redução da demanda; para o qual oferece suporte profissional, documentos, pesquisas e vínculos com a comunidade científica internacional que trabalha na redução da demanda.

 

Capítulo Nacional do México

O México é um dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

No dia 24 de novembro de 2020, o Capítulo Nacional da ISSUP no México, o CIJ – Centros de Integración Juve e a CICAD - Comissão Interamericana para o Controle do Abuso de Drogas realizaram um evento em comemoração ao Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher.

Com o tema “O uso de substâncias psicoativas e violência contra a mulher”, o evento contou com a participação de Carmen Fernández – Presidente da ISSUP México, Jimena Kalawski – OEA/CICAD, Fan Yang – INL Washington, Marya Hynes – OEA/CICAD, Florencia Tufro – ISSUP Argentina, Giselle Amador – Associación Costarricense para el Estudio e Intervención de Drogas, Nadja Porcell – Ministerio de Salud de Panamá e Elena Esquiche – CARE Perú.

Esta conversa pode ser acessada na íntegra em: https://www.youtube.com/watch?v=OHqQyr5JOV4

 

Capítulo Nacional do Perú

O Perú é um dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

Webinar: Colaboraciones entre el gobierno y la sociedad civil para abordar la prevención del consumo indebido de sustancias

Neste interessante webinar de agosto de 2020, ministrado por Eric Siervo, Vice-Presidente de Programas Internacionais do CADCA, Gustavo Ascacibar e Giovanna Vargas, diretores da organização peruana CRESER, você encontrará informações sobre o grande trabalho que tem sido feito no Peru com o desenvolvimento de coalizões comunitárias com ênfase em parcerias entre o governo e a sociedade civil para abordar a prevenção do abuso de substâncias.

Foi discutido o modelo CADCA para conseguir mudanças na comunidade, o papel das coalizões para produzir essas mudanças e a história do desenvolvimento das coalizões em Lima desde 2005.

Foram apresentadas informações sobre a definição de um plano municipal de drogas, seus processos e produtos, a promoção de novas portarias municipais e revisão para implementar melhorias, além de compartilhadas as conquistas das coalizões peruanas destacando os elementos-chave de seu sucesso para alcançar colaborações bem-sucedidas com o governo.

Você pode acessar o webinar na íntegra em: https://www.issup.net/es/knowledge-share/resources/2020-08/colaboraciones-entre-el-gobierno-y-la-sociedad-civil-para-abordar

 

Capítulo Nacional do Brasil

O Brasil é um dos Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina

O Capítulo Nacional da ISSUP no Brasil e sua entidade anfitriã, Freemind, estão na reta final do

“Workshop Internacional de Prevenção ao Uso de Drogas nas Escolas”. Foram vários meses online ajudando os participantes a desenvolverem atividades e intervenções práticas, que possam prevenir o uso nocivo de drogas lícitas e ilícitas nas escolas, baseado em evidências científicas e na realidade da escola e sua região.

De forma totalmente online e com aulas em português, inglês e espanhol, os participantes tiveram acesso a 8 aulas ministradas pelos treinadores Matej Košir e Sanela Taliƈ, em parceria com o Instituto Utrip e 2 aulas bônus ministradas pelo parceiro e amigo Dr. João Paulo Becker Lotufo.

O Workshop se encerra no próximo dia 05 de dezembro de 2020, com um Webinar ao vivo com os treinadores onde os participantes poderão, por 3 horas, interagir com os treinadores, desenvolver um plano concreto de prevenção escolar e conhecer algumas das intervenções mais eficazes e populares do portfólio da UTRIP.

Foram mais de 250 participantes e, destes, 60 são de outros países e de todos os capítulos Nacionais da ISSUP.

Para acessar o webinar é preciso assistir todas as aulas e ser aprovado nas provas. Após essa participação, será concedido Certificado Internacional de Conclusão.

Queremos compartilhar com vocês o testemunho de um dos participantes do Workshop:

A participação neste curso foi uma excelente experiência pelos motivos:

a) conteúdo em linguagem simples, didática e com argumentos e argumentos baseados em evidências;

b) conteúdos organizados considerando a aprendizagem progressiva, o que favoreceu a articulação das aulas e a reflexão sobre as nossas práticas atuais;

c) trouxe muitas ideias e possibilitou olhar para o nosso trabalho e inspirar mudanças de abordagens, métodos e metodologias;

d) ampliou minha visão sobre prevenção e identificação de fatores de risco e proteção. Às vezes parece que esses fatores são muito abstratos, o curso mostrou que, ao contrário, atitudes e medidas simples podem aumentar os fatores de proteção e reduzir os fatores de risco;

e) também mostrou que a prevenção, mesmo quando voltada para uma questão específica, pode contribuir para prevenir outros riscos, por exemplo, a prevenção do uso de drogas tem impacto na prevenção de diversos tipos de violência;

f) reforçou a importância do investimento na prevenção;

g) mostrou que prevenção é ciência, por isso precisa se basear em evidências do tipo, o que funciona e o que não funciona, portanto, não pode ser uma política de amadores e improvisações apenas;

h) reforçou ainda mais a ideia de que o planejamento, o monitoramento e a avaliação são essenciais em qualquer política ou intervenção;

i) reconheceu a escola como um espaço potencial de prevenção, pois como campo plural, também tem alcance plural (alunos, pais e comunidade;

j) a prontidão dos professores, corrigindo as provas rapidamente;

l) suporte de informações quando solicitado;

m) oferta de tradução de aulas;

n) ofereceu bônus com uma experiência bem brasileira;

o) tempo necessário para acessar o material, isso possibilitou organizar meu tempo e conciliar com outras tarefas.

p) parceria com o Ministério da Cidadania, que possibilitou a minha participação no curso;

q) a permissão para participar em outras áreas, como a área de Assistência Social, foi muito inspiradora para um trabalho com um papel central na família. Obrigado!!!

 

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O abuso de drogas e as audiências de custódia

O abuso de álcool e outras drogas e as audiências de custódia

O abuso de álcool e outras drogas é um complexo e frequente problema de saúde, cujos efeitos vão além daquele que abusa dessas substâncias, alcançando o sistema de saúde, as famílias e a sociedade em geral, tanto que, no ano de 2012, o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (II LENAD) apontou ser o álcool a droga que "contribui com cerca de 10% para a toda a carga de doença no Brasil" e aquela "que mais gera violência familiar e urbana" [1].

Esse mesmo levantamento apontou a maconha como a droga ilícita de maior consumo, tanto que 6,8% da população adulta e 4,3% da população adolescente declarou à época já ter feito uso dela ao menos uma vez na vida. Com relação à cocaína, outra droga ilícita de grande prevalência, o uso, ao menos uma vez na vida, foi apontado pelo II LENAD atingir 3,8% dos adultos e 2,3% dos adolescentes e, em relação ao crack, relatou-se o uso durante a vida por 1,3% dos adultos e 0,8% dos jovens.

Existem, também, as drogas produzidas em laboratório, que ganham espaço no mundo e chegaram ao Brasil, sendo uma dessas drogas o K2 ou K4, cuja notícia da sua primeira apreensão, em 2017, gerou preocupação aos gestores do sistema prisional paulista [2], especialmente porque o tamanho reduzidíssimo de cada dose dessa droga facilita sua entrada indevida nos estabelecimentos penais. Umberto Luiz Borges D’Urso, presidente do Conselho Penitenciário do Estado de São Paulo, apontou estar o K4 se difundindo "(...) no cenário nacional e, por conseguinte, no sistema prisional" e se tratar "(...) de uma espécie de maconha produzida em laboratório, 100 vezes mais forte que a comum" [3].

Como diversos outros problemas de saúde, o quadro de abuso ou de dependência ao álcool e outras drogas se instala independentemente da condição social ou econômica da pessoa envolvida com essas substâncias. Entretanto, do mesmo modo que ocorre com outras doenças, um passo essencial para seu enfrentamento é a própria pessoa que suporta essa situação aceitar ajuda, usando recursos e estratégias disponíveis para reduzir os impactos dos efeitos da substância sobre ela própria que, no caso do abuso e da dependência ao álcool e outras drogas, ganha dimensão ampliada porque o desequilíbrio resultado do abuso ou da dependência, por vezes, ultrapassa a esfera individual.

Observado esse cenário, justificável confrontar o assunto abuso de álcool e outras drogas ao tema relacionado às audiências de custódia, bastando lembrar os episódios da prática de crime patrimonial sem violência cometido por agente com inescondível finalidade de obter recursos para consumir drogas e, também, o comportamento descontrolado e violento caracterizador de certos crimes nos quais, por vezes, o infrator descreve o uso abusivo de alguma dessas substâncias como coadjuvante do desequilíbrio estimulador do delito.

Aqueles que atuam no campo da segurança pública ou lidam com a prática judiciária criminal não raramente recebem notícias de idosos que lhes pedem ajuda por sofrerem violência física, moral ou, ainda, ataque patrimonial indevido e repetido dentro de suas próprias casas, atribuindo a autoria dessas condutas a determinado familiar que abusa de álcool e outras drogas. Não foi sem razão que os artigos 43 a 45 da Lei 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) autorizam, entre as medidas de proteção, sempre que houver ameaça ou violação aos direitos reconhecidos ou violados por abuso da família, incluir usuários ou dependentes de drogas lícitas ou ilícitas, que convivam com idosos e lhes causem perturbação, em programa oficial ou comunitário de auxílio, orientação e tratamento.

Considerada a difusão do álcool e das drogas na sociedade, seu impacto na saúde individual e pública, sua propagação aos locais cujo acesso é vedado, como presídios, e, também, seu efeito negativo na harmonia das famílias, com destaque para aquelas cujos membros idosos, por vezes, são vítimas de crimes impulsionados por comportamentos descontrolados de familiar abusador dessas substâncias, é imaginável que os sistemas de segurança pública e de Justiça sejam pressionados por essa situação e, sem abrir mão de cumprir e aplicar a lei, podem ampliar o repertório e dar respostas coerentes aos infratores abusadores de álcool e outras drogas.

Tornando mais clara essa ideia, a crise gerada por alguém que abusa ou dependa de álcool e outras drogas se amplia quando essa pessoa é apontada como autora de infração penal e, em razão disso, acabe presa. Nesse caso, o agente da área da segurança pública, ao constatar determinada prática infracional, e, a partir dele, os profissionais do sistema de Justiça são impactados pelo abuso ou dependência do álcool e outras drogas até então geralmente restrito ao campo familiar.

A partir da institucionalização das audiências de custódia em fevereiro de 2015, cuja finalidade ampla é controlar sob diversos aspectos a legalidade das prisões, a situação de abuso de álcool e outras drogas vivenciada pela pessoa apresentada, que frequentemente era antes notada pelos agentes da área da segurança passou a ser conhecida nesse ato, mais rápida e claramente, pelo juiz, pelo advogado ou defensor público e pelo promotor de Justiça.

Nessa audiência, que deve ocorrer no prazo máximo de até 24 horas após a realização da prisão, conforme previsão do artigo 310 do Código de Processo Penal, com redação da Lei 13.964/2019, pode surgir diante do juiz, advogado ou membro da defensoria pública e do Ministério Público, além das referências e das informações acerca do modo e das condições relativas à captura da pessoa e da legalidade da prisão, notícias de o indivíduo apresentado enfrentar sensíveis problemas relacionados ao abuso de álcool e outras drogas.

O envolvimento da pessoa encaminhada para participar de uma audiência de custódia com abuso de álcool e outras drogas pode ser conhecido pelos profissionais da área judicial que nela atuam por informações que a polícia fez inserir nos papéis ou documentos, tal como auto de prisão em flagrante, mas também, a partir do relato verbal espontâneo do próprio infrator ou, ainda, resultar de respeitoso diálogo cujo início pode ser sugerido pela análise do tipo, da natureza, do modo e do local da prática infracional.

Acerca disso, a Resolução 221, do último dia 11 de novembro, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)[4], ao dispor sobre a atuação do Ministério Público na audiência de custódia, incorpora as providências de investigação referentes ao Protocolo de Istambul, da Organização das Nações Unidas (ONU) e dá outras providências, indica ao promotor de Justiça que dela participar formular perguntas suplementares para verificar, entre outras situações, "histórico de doença grave, incluídos os transtornos mentais e a dependência química, para analisar a hipótese de requerer encaminhamento assistencial e a concessão da liberdade provisória, com a imposição de medida cautelar, ou encaminhar o caso para o órgão do Ministério Público com atribuição para a curadoria de saúde".

Nesse ponto, a resolução do CNMP busca, portanto, despertar a atenção do promotor de Justiça para que essa condição individual do preso custodiado, isto é, eventual histórico de dependência química, seja debatida na audiência de custódia, enquanto lhe estimula serena indagação acerca da delicada questão. Além disso, caso seja necessário propor ou requerer alguma providência, é importante que o Ministério Público ofereça ao promotor de Justiça informações dos recursos disponíveis próximos da moradia do preso, contendo nome, endereço e forma de contato imediato com entidades, serviços, profissionais e voluntários que ajudem pessoas que usem de modo problemático álcool e outras drogas com estratégias de tratamento, acolhimento, recuperação, apoio, mútua ajuda e reinserção social.

Essa parte da previsão da Resolução 221/2020 encontra forte justificativa no impacto que o abuso e a dependência do álcool e outras drogas gera aos sistemas de saúde, social, segurança pública e Justiça, entre outros e também se alinha às normas extraídas dos artigos 26 e 47 da Lei 11.343/2006, nos quais é expressamente previsto que "o usuário e o dependente de drogas que, em razão da prática de infração penal, estiverem cumprindo pena privativa de liberdade ou submetidos a medida de segurança, têm garantidos os serviços de atenção à sua saúde, definidos pelo respectivo sistema penitenciário" e que "na sentença condenatória, o juiz, com base em avaliação que ateste a necessidade de encaminhamento do agente para tratamento, realizada por profissional de saúde com competência específica na forma da lei, determinará que a tal se proceda, observado o disposto no artigo 26 desta Lei".

A propósito, a avaliação e eventual oferta de tratamento ao infrator já foi determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo em caso de crime de furto no qual o acusado admitiu ter trocado por drogas parte do produto do crime [5].

Em suma, as questões de saúde e sociais, atualmente muito debatidas em razão da pandemia da Covid-19, devem estar incluídas, quando pertinentes, nas variadas pautas trazidas para a discussão e o conhecimento dos operadores do sistema de Justiça e, no caso do abuso e da dependência de álcool e outras drogas, as articulações cabíveis na audiência de custódia são válidas para estimular o infrator a buscar cuidado e equilíbrio.

 Texto de Dr. Mário Sérgio Sobrinho, publicado em https://www.conjur.com.br

 

 

[1] Disponível: https://inpad.org.br/lenad/sobre-o-lenad-i/relatorio/. Acesso em 19 nov. 2020.

[2] “Produzida em laboratório, maconha sintética é achada em prisões de SP.” Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/12/produzida-em-laboratorio-maconha-sintetica-e-achada-em-prisoes-de-sp.shtml?origin=uol. Acesso em 19 nov. 2020.

[3] Disponível: https://migalhas.uol.com.br/depeso/332723/desafios-do-uso-de-drogas-a-populacao-carceraria e https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/desafios-do-uso-de-drogas-a-populacao-carceraria/. Acesso em 19 nov. 2020.

[4] Disponível: https://www.cnmp.mp.br/portal/atos-e-normas/norma/7676/. Acesso em 21 nov. 2020.

[5] TJSP; Apelação Criminal 0001593-31.2017.8.26.0370; Relator: Marcos Alexandre Coelho Zilli; 16ª Câmara de Direito Criminal; Foro de Monte Azul Paulista; Data do Julgamento: 17/08/2020.

O que estão fazendo os Capítulos Nacionais da ISSUP na América Latina?

Capítulo Nacional da Argentina

Webinar: Apresentação do Relatório sobre o Impacto da Pandemia em Centros de Tratamento na América Latina

Data: 3 de dezembro de 2020

Horário: 11:00 - 13:00 (horário da Argentina)

Acesse a programação completa e inscreva-se em: https://register.gotowebinar.com/register/5346264650137379598

Apresentação dos principais resultados do estudo multicêntrico realizado pelos capítulos nacionais do ISSUP (Argentina, Brasil, Chile, Equador e México). O objetivo geral do estudo é medir o impacto da pandemia e as medidas de isolamento nos Centros de Tratamento de Dependências. Um questionário elaborado e validado foi aplicado para este estudo. As informações foram coletadas durante o mês de julho de 2020, incluindo 55 Centros de Tratamento na amostra.

Com as participações de: Brian Morales, Jimena Kalawski, Livia Edegger, María Verónica Brasesco, Roberto Canay, Fabián Chiosso, Ricardo Valente, Jorge Olivares, Simón Tavera, Gustavo Mausel, Paulo Martelli, Lorena Contreras, Diego Riodrio Jaramillo e Ricardo Sanchez Huesca.

 

Capítulo Nacional do Chile

LXXV Congresso Anual da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Neurocirurgia

Entre os dias 21 e 28 de novembro será realizado o LXXV Congresso Anual da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Neurocirurgia (SONEPSYN), do Chile.

Conforme descreve o diretor do congresso, Dr. Rodrigo Segura, este evento 100% online terá atividades movidas a tecnologia. Oferecerá um número importante de palestras pré-gravadas "on demand", disponíveis 24 horas por dia durante os 8 dias de Congresso; Mesas redondas, palestras e Live Meet the expert para discussões e perguntas; ePoster para obras gratuitas, com áudio e vídeo do próprio autor, além de chat online ao vivo; Salas para fóruns de discussão gratuitos; Stands Universitários, onde instituições de ensino compartilharão materiais interessantes e nossos clássicos Stands Industriais. Tudo isso junto com eventos sociais e de entretenimento, como uma Sala de Hospitalidade e Noites Culturais, onde os participantes compartilharão uma peça, um filme ou um concerto predefinido.

Neste contexto, na sexta-feira, dia 27, entre as 8h30 e as 19h30, vai decorrer o Simpósio Vícios com importantes convidados.

ISSUP Chile como parte de SONEPSYN, convida você a participar e fazer parte das atividades deste importante congresso.

Programação completa e inscrições em: www.sonepsyn.cl

 

Capítulo Nacional do Perú

Lançamento da ISSUP Peru

Aconteceu, na quinta-feira dia 29 de outubro de 2020, às 15h00, o Lançamento da ISSUP Perú.

Em 2019 foi trabalhado para estabelecer o Capítulo Peru da Sociedade Internacional de Profissionais para a Prevenção e Tratamento do Uso de Substâncias (ISSUP), com o objetivo de gerar uma comunidade de gestão do conhecimento que possa continuar a promover inovações, troca de experiências e boas práticas em relação à prevenção, tratamento e reabilitação do uso de drogas no país, bem como com outros espaços afins em nível internacional.

Participaram do evento:

Marilú Martens – Diretora Nacional de CARE Perú

Charles Sewall – Diretor da Seção de Assuntos Antinarcóticos e Aplicação de Lei da Embaixada dos EUA

Livia Edegger – Subdiretora da Sociedade Internacional de Profissionais de Prevenção e Tratamento do Uso de Substâncias (ISSUP)

Jimena Kalawski – Chefe de Redução da Demanda de Drogas – OEA/CICAD

Yuri Cutipé – Diretor de Saúde Mental do Ministério da Saúde do Perú

Claudia Sánchez (Moderadora) – Diretora de Programas do CARE Perú.

 

Capítulo Nacional do México

 

Nova edição da Revista CIJ Informa disponível para download

A edição número 90 – Ano 25 da Revista CIJ Informa já está disponível para download na página do Capítulo Nacional da ISSUP no México (https://www.issup.net/national-chapters/issup-mexico/news/2020-10/cij-informa-num-90)

A revista é uma publicação do Centro de Integração Juvenil e traz artigos sobre prevenção, tratamento, reabilitação, investigação e ensino.

Este número da revista faz uma revisão das ações e resultados institucionais do primeiro semestre de 2020, que foram apresentados na 3ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração do CIJ, presidida pelo Dr. Hugo López-Gatell, subsecretário de Prevenção e promoção da saúde. A reunião contou com a presença do Dr. Roberto Tapia Conyer, presidente do Conselho Nacional; Sra. Kena Moreno, fundadora do CIJ e vice-presidente vitalícia do Conselho Nacional; representantes dos Patronatos e chefes de diferentes áreas dos Ministérios da Saúde, Educação, Governo, Trabalho e Segurança Social, Previdência, Finanças e Crédito Público, Função Pública e Imjuve.

Traz também o conjunto de atividades virtuais que têm permitido manter a comunicação e proximidade com a população-alvo dos serviços da CIJ, bem como com outros especialistas, para continuar a trabalhar e a aprender neste momento de distanciamento social.

 

Capítulo Nacional do Brasil

 

Cartilhas organizadas pela equipe do Freemind e ISSUP Brasil são lançadas pelo Ministério da Cidadania

A Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas (Senapred), do Ministério da Cidadania, lançou no dia 15 de outubro de 2020 três cartilhas que foram organizadas por Paulo Martelli, Coordenador Nacional da Mobilização Freemind e Presidente da Associação ISSUP Brasil e sua equipe.

Disponíveis em formato impresso e digital, tratam de forma didática dúvidas comuns de como funciona a legislação de drogas no Brasil, além de reunir dicas de como pais e responsáveis podem agir na prevenção do uso precoce de drogas por seus filhos e informações sobre como ajudar famílias e dependentes químicos a superarem o vício e as consequências dele.

O material é destinado ao público em geral. Ao todo, 9.300 unidades de cada cartilha serão entregues a Conselhos Estaduais de Políticas sobre Drogas e Órgãos Gestores Estaduais de Políticas sobre Drogas (31 Conselhos ou Órgãos).

Outras 700 unidades de cada cartilha serão para a distribuição pela SENAPRED e 6.000 unidades vão para a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Ao todo, serão 48 mil cartilhas produzidas, sendo 16 mil de cada uma.

“O lançamento dessas três cartilhas reúne orientações sobre as mudanças legislativas ocorridas e sobre ações de Prevenção ao Uso de Drogas e Tratamento de Dependentes Químicos. Com isso, o Governo Federal trabalha para disseminar informações importantes na área de redução de demanda de drogas”, afirmou o secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, Quirino Cordeiro.

A Nova Política Nacional Sobre Drogas tem quatro eixos de ação: prevenção, tratamento – que inclui o acolhimento, a recuperação e reinserção social – redução da oferta e apoio a estudos e pesquisas. Alguns dos focos da nova política são direcionados ao acolhimento e tratamento do dependente químico por meio da abstinência e fortalecimento das comunidades terapêuticas, integração de políticas nacionais e internacionais, com ações conjuntas da iniciativa pública e privada e reconhecimento das diferenças entre o usuário, o dependente e o traficante de drogas, tratando-os de forma diferenciada.

As cartilhas estão disponíveis para download no site do Freemind, entidade anfitriã da ISSUP no Brasil:

https://freemind.com.br/blog/cartilha-aborda-questoes-sobre-a-legislacao-de-drogas-no-brasil/

https://freemind.com.br/blog/cartilha-de-prevencao-para-pais/

https://freemind.com.br/blog/cartilha-mostra-como-ajudar-um-dependente-quimico/

O que estão fazendo os Capítulos Nacionais da América Latina - Edição 01

Cartilha mostra como ajudar uma pessoa dependente de drogas

Fechando a série de cartilhas organizada por Paulo Martelli e sua equipe da Mobilização Freemind e ISSUP Brasil, apresentamos a cartilha intitulada “Como ajudar uma pessoa dependente de drogas”.

O conteúdo e texto original desta cartilha foi produzido pela Dra. Maria de Fátima Rato Padin, Dr. Ronaldo Laranjeira, Alfredo e Raquel Lhullier, Renato e Marina Caminha.

No Brasil, estima-se que pelo menos 28 milhões de pessoas tenham um familiar dependente químico. Essa cartilha tem o objetivo de ajudar as famílias e pessoas no convívio com os dependentes.

O desgaste emocional e as consequências negativas do uso de drogas levam familiares a situações de conflito, na maioria das vezes, por falta de novas habilidades e estratégias para oferecer ajuda eficaz.

Nesse material, há uma série de procedimentos e orientações que representam novos caminhos para auxiliar casos de dificuldades entre os dependentes químicos e seus familiares, como comunicação assertiva, como lidar com expectativas e frustrações, prática de mindfulness (atenção plena) e regulação emocional (equilíbrio emocional). Ao fim, há também a indicação de grupos de apoio à família.

 

Cartilha organizada pela equipe do Freemind e ISSUP Brasil mostra como ajudar uma pessoa dependente de drogas

Cartilha aborda questões sobre a Legislação de Drogas no Brasil

Paulo Martelli, Coordenador Nacional da Mobilização Freemind e Presidente da Associação ISSUP Brasil e sua equipe, organizaram a edição da Cartilha sobre Legislação de Drogas no Brasil, cujo conteúdo foi desenvolvido com a colaboração dos amigos e parceiros do Freemind e da ISSUP Brasil: Dr. Mário Sérgio Sobrinho, Dr. Quirino Cordeiro Junior e Dra. Cláudia Gonçalves Leite.

Intitulada “11 perguntas para você conhecer a Legislação sobre Drogas no Brasil”, a cartilha tem a finalidade de esclarecer sobre a legislação sobre drogas no Brasil, mostrando que ao regular a relação das pessoas com as drogas é possível proteger a saúde da população em geral e proteger a saúde daquelas pessoas que são usuárias ou dependentes de drogas.

A Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006 (que foi alterada pela Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019), estabelece o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD) e prescreve medidas para prevenção do uso de drogas, atenção e reinserção social de usuários e dependentes químicos.

Outros temas abordados, além da importância da existência da Legislação, é mostrar como ela funciona, a quem abarca, como atuam o acolhimento, a reinserção social e econômica de usuários e dependentes, como acontece a repressão à produção e ao tráfico.

O texto elucida também o papel do judiciário e de instituições na aplicação das políticas antidrogas e o que é feito com o material apreendido, qual a diferença entre o usuário e o traficante, além do papel da justiça na garantia do acesso a serviços de atenção ao usuário ou dependente no sistema carcerário ou sob custódia.

Em anexo, a cartilha na íntegra para leitura e download.

Cartilha organizada pela equipe do Freemind e ISSUP Brasil aborda questões sobre a Legislação de Drogas no Brasil

Equipe Freemind e ISSUP Brasil organiza cartilha sobre Prevenção ao uso de Drogas

Para o Freemind, Mobilização significa um Movimento com ação, ou seja, não adianta ficarmos cobrando uma solução sem colocarmos a “mão na massa” e nos envolvermos diretamente na solução dos problemas das drogas no Brasil. Nossa missão é ajudar as pessoas a ajudarem mais pessoas, para que muitos mais tenham um futuro melhor e as crianças e jovens possam ser protegidas dos riscos atuais para uma boa educação no futuro.

Pensando em nossa missão e colocando em prática o “mão na massa”, Paulo Martelli e sua equipe da Mobilização Freemind e ISSUP Brasil, organizaram uma cartilha sobre Prevenção voltada aos pais e responsáveis.

O conteúdo e texto original são dos parceiros e amigos: Dr. João Paulo Becker Lotufo, Sanela Talić, Matej Košir, Ícaro Yuri Rhode da Silva, Dr. Quirino Cordeiro Junior e Dra. Cláudia Gonçalves Leite.

Com o título: 12 práticas de como os pais e responsáveis podem, no dia a dia, proteger o futuro das crianças e adolescentes em relação ao uso do tabaco, álcool e outras drogas, a cartilha traz uma introdução de números da incidência do uso do tabaco, álcool e outras drogas por adolescentes e jovens.

Por meio de 12 práticas, são dadas dicas para promover a política do “Aconselhamento breve, mas eficaz”, ou seja, diálogo constante, repetitivo, sobre vários aspectos dos riscos da iniciação precoce do uso de drogas, incluindo pesquisas que revelam possibilidades de lesões cerebrais graves e definitivas.

O cérebro do adolescente é mais vulnerável ao tabaco, álcool e outras drogas do que o cérebro adulto. As práticas vêm em forma de conselhos aos pais, como formas de dar atenção e conversar com os filhos, atividades em conjunto e promoção da cultura e esporte na vida do adolescente, conhecimento da rede social que ele frequenta, imposição de limites, entre outros conselhos.

Acesse aqui a cartilha na íntegra e faça o download do arquivo.

Equipe Freemind e ISSUP Brasil organiza cartilha sobre Prevenção ao uso de Drogas

Cartilhas organizadas pela equipe do Freemind e ISSUP Brasil são lançadas pelo Ministério da Cidadania

A Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas (Senapred), do Ministério da Cidadania, lançou no dia 15 de outubro de 2020 três cartilhas que foram organizadas por Paulo Martelli, Coordenador Nacional da Mobilização Freemind e Presidente da Associação ISSUP Brasil e sua equipe.

Disponíveis em formato impresso e digital, tratam de forma didática dúvidas comuns de como funciona a legislação de drogas no Brasil, além de reunir dicas de como pais e responsáveis podem agir na prevenção do uso precoce de drogas por seus filhos e informações sobre como ajudar famílias e dependentes químicos a superarem o vício e as consequências dele.

O material é destinado ao público em geral. Ao todo, 9.300 unidades de cada cartilha serão entregues a Conselhos Estaduais de Políticas sobre Drogas e Órgãos Gestores Estaduais de Políticas sobre Drogas (31 Conselhos ou Órgãos).

Outras 700 unidades de cada cartilha serão para a distribuição pela SENAPRED e 6.000 unidades vão para a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Ao todo, serão 48 mil cartilhas produzidas, sendo 16 mil de cada uma.

“O lançamento dessas três cartilhas reúne orientações sobre as mudanças legislativas ocorridas e sobre ações de Prevenção ao Uso de Drogas e Tratamento de Dependentes Químicos. Com isso, o Governo Federal trabalha para disseminar informações importantes na área de redução de demanda de drogas”, afirmou o secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, Quirino Cordeiro.

A Nova Política Nacional Sobre Drogas tem quatro eixos de ação: prevenção, tratamento – que inclui o acolhimento, a recuperação e reinserção social – redução da oferta e apoio a estudos e pesquisas. Alguns dos focos da nova política são direcionados ao acolhimento e tratamento do dependente químico por meio da abstinência e fortalecimento das comunidades terapêuticas, integração de políticas nacionais e internacionais, com ações conjuntas da iniciativa pública e privada e reconhecimento das diferenças entre o usuário, o dependente e o traficante de drogas, tratando-os de forma diferenciada.

Fonte:

https://www.gov.br/cidadania/pt-br/noticias-e-conteudos/desenvolvimento-social/noticias-desenvolvimento-social/ministerio-da-cidadania-lanca-cartilhas-que-esclarecem-a-nova-politica-nacional-sobre-drogas

Cartilhas organizadas pela equipe do Freemind e ISSUP Brasil

Falta transparência na divulgação de conflitos de interesse na área de álcool, alerta texto

Preocupados, do ponto de vista científico e da formulação de políticas públicas, com a falta de transparência na divulgação de conflitos de interesse por organizações que divulgam informações na mídia sobre o uso de álcool no Brasil, pesquisadores da City University of New York, da UNIFESP e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa publicaram texto na edição de setembro do Journal of Studies on Alcohol and Drugs. Eles alertam que as omissões e falhas de divulgação dos conflitos de interesse colocam em risco a saúde pública.

O artigo concentra a atenção no Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), organização financiada pela indústria do álcool localizada em São Paulo, SP, que, desde 2005, tem patrocínio da AMBEV, parte do grupo AB InBev, maior indústria de álcool do mundo, assim como da transnacional Heineken, a sua principal concorrente.

Embora, além da indústria do álcool, não haja outra fonte de financiamento divulgada no site da organização ou em documentos disponibilizados ao público, o CISA, segundo os pesquisadores, se descreve como uma Organização Não Governamental (ONG) independente com parcerias com universidades e organizações médicas. Segundo sua assessoria de imprensa, que também atende a AMBEV, a organização se apresenta como a principal fonte de informação sobre temas relacionados ao álcool para a mídia brasileira.

O texto exemplifica com a pandemia causada pela COVID-19. A mídia brasileira, provavelmente como resultado de recursos significativos gastos em comunicados à imprensa pela organização, consultou regularmente os membros da CISA sobre o provável impacto que o isolamento social poderia ter sobre o consumo de álcool.

Nessas entrevistas, no entanto, aponta o texto, a fonte de financiamento do CISA nunca é divulgada, muito menos os esforços agressivos do setor para aumentar as vendas de álcool no período por meio de investimentos maciços em plataformas de comércio eletrônico e do patrocínio de shows ao vivo em diversas plataformas de mídia com celebridades brasileiras da esfera musical.

O artigo, intitulado “Who Is Really the Source of Alcohol Policy Information: The Example of a Social Aspects and Public Relations Organization in Brazil” (“Quem é realmente a fonte das informações sobre a política do álcool: o exemplo de aspectos sociais de uma organização de relações públicas no Brasil”, em tradução livre) conclui que o fato de uma organização não divulgar seus conflitos de interesse em conjunto com as informações que dissemina na mídia prejudica a sociedade como um todo.

Os autores concluem ainda que “progresso foi feito no campo do tabaco, mas a indústria do álcool ainda conta com essas omissões e falhas de divulgação, colocando em risco a saúde pública”.

Fontes:

https://fcmsantacasasp.edu.br/texto-alerta-para-falta-de-transparencia-na-divulgacao-de-conflitos-de-interesse-na-area-de-alcool/

https://www.uniad.org.br/destaques/who-is-really-the-source-of-alcohol-policy-information-the-example-of-a-social-aspects-and-public-relations-organization-in-brazil/

Curso Breve sobre Tabagismo para o Pediatra

Dr. João Paulo Becker Lotufo, amigo e parceiro do Freemind e ISSUP Brasil, convida você a participar do Curso Breve sobre Tabagismo para o Pediatra durante a II Jornada do Grupo de Trabalho de Álcool e Drogas da Sociedade Brasileira de Pediatria. O curso conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Pediatria, Sociedade de Pediatria de São Paulo, Associação Médica Brasileira e Hospital Universitário da USP. Na abertura estará presente Dr. Edson Liberal da SBP.

As aulas terão duração de 20 minutos no dia 29 de outubro as 19H00 (Horário de Brasília). Os temas a serem tratados serão: “Epidemiologia, uma breve história de uma pandemia: tabagismo, passado, presente e futuro”, “Neurobiologia da Dependência, tabagismo: uma doença da dependência de nicotina”, “Tratamento, abordagens com evidências científicas para tratar o pai ou a mãe (ou avós) tabagistas” e “Prevenção e aconselhamento breve das drogas lícitas: os doze passos da prevenção”.

Para participar, acesse o Evento Virtual na Plataforma Microsoft Teams no link abaixo:

https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_MmExNGU4NWUtYjdhYy00ZGE0LTliZmQtZTU4MjdlMGYwNDEz%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%228817afda-52bb-493e-b12a-c1ecf1cb99c8%22%2c%22Oid%22%3a%2203262f9c-abc5-4230-a2ed-058d948e01eb%22%7d

Veja aqui a programação completa:

Aula 1 (Epidemiologia) - Tema geralBreve história de uma pandemia: tabagismo, passado, presente e futuro. 

Pergunta chave: Quais são os desafios atuais na luta contra o tabagismo no mundo e no Brasil?

Ricardo Henrique Sampaio Meirelles

 

Aula 2 (Neurobiologia da Dependência) - Tema geralTabagismo: uma doença da dependência de nicotina.  

Pergunta chave: O pediatra deve aconselhar e ou oferecer o tratamento aos pais de seus pacientes?

Carolina Costa

 

Aula 3 - Tema geral (Tratamento): Abordagens com evidências científicas para tratar o pai ou a mãe (ou avós) tabagistas

Pergunta chave: Porque, quando e como o pediatra deve tratar o adolescente fumante?  

Alberto José de Araújo

 

Aula 4 - Tema geral (Prevenção): Prevenção e aconselhamento breve das drogas lícitas: os doze passos da prevenção

Pergunta chave: A partir de que quando o pediatra deve orientar os pais e as crianças sobre os riscos das drogas?

João Paulo Becker Lotufo  

 

Aos médicos que se dedicam à prevenção e ao tratamento do uso de SPA

O consumo indevido de drogas lícitas e ilícitas é um sério problema de saúde pública que atinge de forma preocupante todos os países do mundo. Estima-se que entre os anos de 2005 e 2006, aproximadamente 200 milhões de indivíduos tenham consumido drogas ilícitas, correspondendo a quase 5% da população mundial na faixa etária entre 15 e 64 anos.

Neste cenário, as drogas mais consumidas são: maconha, anfetaminas, opiáceos e cocaína.

Em relação às substâncias lícitas, a situação não é menos preocupante: o consumo prejudicial de álcool é responsável por quase 4% de todas as mortes no mundo, sendo a principal causa de morte e invalidez nos países em desenvolvimento que apresentam baixa taxa de mortalidade e o terceiro principal fator de risco para a saúde, após o tabaco e a hipertensão arterial sistêmica, em países em desenvolvimento.

No mundo há, por sua vez, 1,3 bilhão de indivíduos que utilizam tabaco e essa substância responde por 4,1% da carga global de doenças, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além de enfermidades e mortes, o consumo de drogas associa-se a uma série de problemas psicológicos e sociais, estando os jovens situados no grupo de maior risco para o uso experimental e possível abuso de substâncias, especialmente o álcool, o tabaco e a maconha.

Entre as possíveis consequências negativas, podemos mencionar desintegração familiar, depressão, violência e acidentes de trânsito. Diante desse quadro, é fundamental o investimento no tripé prevenção (educação), controle (fiscalização) e tratamento.

Ainda, todas as ações devem estar embasadas em evidências científicas que poderão auxiliar na compreensão da prevalência dos problemas causados pelo uso indevido de substâncias e contribuirão para a identificação das melhores estratégias de prevenção e tratamento.

Nessa direção, cabe salientar a importância da formação acadêmica dos diferentes profissionais que atuam nesse campo de conhecimento com o objetivo de enriquecer o debate e formar pesquisadores que possam atuar em suas áreas a partir do peso das evidências.

Neste dia 18 de outubro, dia dedicado a homenagear os médicos, o Freemind e a ISSUP Brasil têm a honra de poder contar com excelentes profissionais médicos, das mais diversas áreas, que se dedicam de corpo e alma a buscar evidências, a fazer prevenção e a tornar melhor a vida daqueles que precisam de tratamento.

A todos vocês, queridos amigos e parceiros, nosso muito obrigado por sua dedicação à esta causa tão nobre que é a luta contra o mal que as drogas causam aos nossos jovens e suas famílias.

Amigos envolvidos com drogas influenciam nossos filhos?

Você é “Maria vai com as outras”?

Minha avó dizia: “Quem se mistura com os porcos, farelo come”.

E temos a tradução de Salmos I que diz: “Me diga com quem andas e te direi quem és”.

Rodrigo Flaire e Claudemir dos Santos, neste vídeo, querem falar sobre isso!

Uma pesquisa científica, com metodologia sobre “A influência dos amigos no consumo de drogas entre adolescentes” foi desenvolvida por 2 pesquisadores da USP – Universidade de São Paulo e o artigo científico foi publicado em 2014 mostrando como quantificar essa influência.

Realmente, amigos envolvidos com drogas influenciam nossos filhos? Como entendemos essa relação dos amigos e a influência na criação do meu filho?

Neste estudo, os pesquisadores conseguir fazer alguns cálculos de probabilidade e conseguiram estabelecer quantas chances mais um adolescente tem de usar ou experimentar drogas quando ele tem amigos com algumas variáveis relacionadas às drogas:

Se um jovem tem um amigo que usa drogas regularmente, ele tem 3,4 vezes mais chance de usar apenas álcool, 4 vezes mais chance de usar apenas tabaco, 7 vezes mais chance de usar álcool e tabaco e 8,6 vezes mais chances de usar drogas ilegais.

Agora, se um jovem tem amigos que vendem ou dão drogas, ele tem 10 vezes mais chance de usar alguma droga ilegal.

Se um jovem tem amigos que levam álcool ou drogas para festas, ele tem 5 vezes mais chance (comparado com um jovem que não tenha amigos assim) de usar apenas álcool ou tabaco, 6,7 vezes mais chance de usar álcool e tabaco e 15 vezes mais chance de usar drogas ilegais.

E se ele tem amigos que roubam propriedades alheias, ele tem 8,6 mais chances de usar drogas ilegais e 4,3 vezes mais chance de usar apenas álcool ou apenas tabaco.

Este estudo tem outras variáveis bastante interessantes que fazem com que a gente perceba quanto que esses “amigos” podem influenciar nossos filhos, nossos alunos, as crianças e adolescentes que nós cuidamos.

E o que nós podemos fazer na prática?

Primeiro precisamos conhecer quem são esses amigos, suas famílias, seus valores. Trazer os amigos para perto de nós, observar. É muito importante sabermos o que está acontecendo.

Os amigos de nossos filhos influenciam bastante no pensamento e na opinião deles e isso pode provocar uma mudança não tão positiva, principalmente em relação às crenças e relações que eles têm em relação às drogas.

Então, se você quer seu filho longe das drogas, é importante você ser ativo nessa relação dele com os pares. Prevenir sempre!

Professores que fazem a diferença

Todo mundo se lembra de um professor que marcou a própria vida. O que o tornou inesquecível? Por que ele ficou gravado na memória?

Imagino que a maior recompensa que um professor pode receber é encontrar um ex-aluno depois de muitos anos e ouvir algo do tipo: “puxa, você fez a diferença na minha vida”. Afinal de contas, não é o objetivo do professor fazer a diferença para seus alunos? Os conteúdos dados, em sua maioria, serão esquecidos e talvez não reste mais nada com o passar dos anos, a não ser essa marca que o professor conseguiu deixar.

Perguntando a atuais docentes sobre os professores que marcaram suas vidas, todos tiveram alguma lembrança e alguma explicação sobre o porquê aquele professor específico se tornou inesquecível para eles. Eis algumas das respostas que encontrei e que me levaram a descobrir um fator comum a todos os professores que se tornam inesquecíveis:

Professores que fazem a diferença - Dia dos Professores

Esses professores não fizeram a diferença pela quantidade de conhecimento que tinham sobre suas matérias. Quem nunca teve péssimos professores que tinham uma carga enorme de conhecimentos técnicos? O nível de conhecimento específico não é o que torna um professor marcante.

Esses professores marcaram as vidas de seus alunos porque em algum momento e de alguma forma eles demonstraram, verdadeiramente, que se importavam com o aluno. E todos os entrevistados estiveram de acordo de que esse é o ponto em comum entre esses professores marcantes: demonstrar verdadeiramente que se importa.

James Comer diz: “nenhum aprendizado significativo acontece sem um relacionamento significativo”. Por exemplo, um professor de quem o aluno não gosta que diz a ele “não use drogas, pois você estará prejudicando seu futuro” é muito diferente de um professor que o aluno considera muito e que sente que se preocupa realmente com ele dizer “não use drogas, pois você estará prejudicando seu futuro”.

Talvez aqui esteja a verdadeira diferença entre o sucesso e o insucesso de um professor com suas ações de prevenção ao uso de drogas. Algo mais simples e mais profundo do que sua capacitação, conteúdos ou estratégias de prevenção: um relacionamento significativo.

Para fechar com chave de ouro, deixo aqui a mensagem transmitida por alguém com um testemunho encorajador. Um presente aos professores!

Fonte: Raphael Mestres

10 de Outubro - Dia da Saúde Mental

Adoecimentos mentais têm crescido mundialmente e já estão entre as principais causas de incapacitações no século XXI. Especialmente a depressão, tida como fator de maior risco de suicídio em todo o mundo. Em 10 de outubro é celebrado o Dia Mundial de Saúde Mental.

Saúde mental significa estar bem consigo mesmo e com as outras pessoas, além de aceitar os acontecimentos da vida, controlar emoções e reconhecer limites pessoais. Porém, o uso de bebidas alcoólicas e drogas pode causar danos para esse bem-estar.

No caso do álcool, por exemplo, os danos podem ocorrer na memória e aumentam conforme o aumento da dose ingerida. Quando muito álcool é ingerido, principalmente com o estômago vazio, pode desencadear perda parcial da memória e intoxicação do organismo.  Usuários de álcool revelam um adoecimento mais crônico, contínuo, ao longo da vida.

Já no caso das outras drogas, o sistema nervoso central, que é responsável por receber e transmitir todas as informações ao organismo, é alterado, o que pode gerar comportamentos problemáticos para o usuário e para todos ao seu redor. Para evitar esses vícios, cultive sentimentos positivos em sua vida, aliados a bons hábitos, atividades físicas e lazer.

12 de Outubro - Dia das Crianças

Brinquedos, brinquedos e mais brinquedos. Muitas vezes, dizem os especialistas, na ânsia de comprar o presente favorito, que supra as vontades e os gostos dos filhos, os pais se esquecem de algo que não pode ser comprado, tampouco traduzido em números: a presença.

“Precisamos nos atentar para os valores que o cartão de crédito e o dinheiro não compram. Presentear é algo muito bonito e todos gostam, porém não deveria ser prioridade e muito menos se oferecido como substituição ao afeto e a presença permanente na vida dos filhos e das filhas”, afirma Ana Abreu, pesquisadora em educação da Universidade Federal de Alfenas.

A educadora defende que, embora seja importante que os bebês tenham brinquedos, é fundamental que tanto eles quanto os pais saibam que o próprio corpo da criança será sempre o seu maior brinquedo. Além disso, cabe aos familiares serem os primeiros mediadores do processo de construção de conhecimento, conscientes de que é só com o empenho deles que as crianças conseguem avançar de um estágio do desenvolvimento para outro.

Nesse ponto, vale destacar que as brincadeiras têm um papel fundamental para a criação do universo lúdico do bebê. De acordo com estudos desenvolvidos na área, o ato de brincar possui três grandes metas: o prazer, o desenvolvimento das expressões e dos sentimentos, e a aprendizagem. Sim, é verdade, é brincando que se aprende — a conviver, a se organizar (no momento de guardar os brinquedos), a se colocar no mundo.

Mas isso diz respeito às brincadeiras, e não os brinquedos propriamente ditos. Brincar envolve toque, voz, cheiro, vontade, disponibilidade e paciência. Estar por perto é fundamental. Mesmo que os pequenos não tenham consciência da importância da presença dos pais, isso será determinante também para o seu desenvolvimento social.

Além disso, é por meio das brincadeiras que os pais e responsáveis são capazes de entender o mundo das crianças, como é a coordenação motora, se falam muito ou não, se são introspectivas ou escandalosas, como elas constroem e organizam o mundo e seus valores, suas preocupações, problemas e desejos. Por isso, para se aproximar e compreender esse universo, o melhor é entrar no clima da brincadeira e respeitar as regras, costumes e manias da criança.

Importante refletir sobre quando começar a falar sobre drogas, questão que permeia o imaginário de pais e professores ao lidarem com a prevenção. Pode-se abordar essa questão em várias ocasiões e, desde o momento em que a criança demonstra ser capaz de entender uma história, é possível falar sobre drogas com ela. Pode-se usar as brincadeiras para falar, nessa fase, da importância de não se consumir coisas que fazem mal à saúde, por exemplo.

Esta também é uma fase para começar a mostrar às crianças os valores morais, as crenças, os padrões de comportamentos e as atitudes dos pais ao perpassarem o modelo de criação, as condutas e as normas estabelecidas, que poderão funcionar como fatores protetores do uso de drogas pelos filhos.

“A ausência dos pais pode surtir efeitos nefastos no desenvolvimento das crianças, como sentimentos de rejeição, solidão e ansiedade recorrentes, que podem catalisar, mais tarde, problemas de ordem psicológica. O triste é que, às vezes, a ausência é tão comum que pode ser considerada uma marca de convivência entre os pequenos e os familiares”.

O Freemind e a ISSUP Brasil desejam que todas as crianças consigam ter realmente garantidos os seus direitos a brincar, a sonhar e a ser feliz sem drogas, não só no dia 12 de outubro, mas em todos os dias do ano.

Fonte:

https://www.primeiros1000dias.com.br/brinquedos-e-mais-brinquedos-por-que-a-presenca-e-mais-importante